sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Faça as pazes com o espelho...


Liberte-se da ditadura dos padrões de beleza e aprenda a aceitar seu próprio corpo. Ninguém é obrigado a ser top model!


Você malha, faz dieta, caminha, nada, corre e ainda assim parece estar sempre a anos luz de distância dos corpos esquálidos das supermodelos. Sua filha, que também é vaidosa, segue, ainda com mais afinco, a rotina em busca da forma perfeita. A pressão vem não só das passarelas mas também da televisão, do cinema, das revistas e dos outdoors, que insistem em a vender a idéia do "seja magra e bonita para ser feliz". Cuidado! Ao comprar esse conceito você pode pagar um preço alto: a obsessão pela perfeição e até danos graves à saúde.

Paralelamente a essa guerra contra os pneuzinhos e quilinhos a mais, proliferam a oferta e a variedade de fast-foods, de bolachas, doces e todas as guloseimas nas gôndolas dos supermecados, que se tornam provas de resistência à boa forma e fazem da gula o pecado mais temido e evitado - dentre os sete capitais - na atualidade.

Saiba que a insatisfação com o corpo ronda tanto o público feminino quanto a idéia de supervalorização da beleza. Pesquisas feitas pelo departamento de psicologia do Hospital das Clínicas, em São Paulo, comprovam que mais de 30% das mulheres com peso saudável se acham gordas, enquanto 55% dos homens acima do peso se consideram enxutos.

Para Marcelo Sodelli, psicólogo em São Paulo, estas diferenças entre os sexos têm raízes culturais. "O homem atraente não precisa ser necessariamente bonito, mas espera-se que a mulher possua uma série de atributos como charme e sensualidade, além de um compasso afinado com a balança", explica. Se por um lado o sexo feminino se encontra cada vez mais emancipado, conquistando lugares antes somente ocupados pelos homens, por outro ainda está submisso a padrões estéticos cada dia mais implacáveis.

Mais do que baixa auto-estima, essa preocupação excessiva pode ser traduzida no que os especialistas chamam de dismorfia corporal, ou seja, a pessoa não consegue se enxergar como é, por mais que seu peso esteja adequado, o que pode comprometer ou atrapalhar sua vida social. Nesse caso, procurar ajuda de um especialista é o melhor a fazer.

Padrões X biotipo

Pouco ou muito peito, bumbum grande, cinturinha fina. À medida que a moda elege seus "hits" ao longo das décadas, a corrida pelos centros de estética, pelas academias e clínicas de cirurgias plásticas se acirra, com um único objetivo: a boa forma.

O mercado agradece tanta euforia: no Brasil, a procura por próteses de silicone aumentou 25% no ano de 2000 em relação a 1999, causando escassez no estoque da Silimed, única produtora nacional desse produto. Os números traduzem não somente a luta contra as imperfeições, mas contra o biotipo das pessoas, ou seja, a herança genética.

Se toda a sua família tem aquela barriguinha que teima em não sumir, de nada adianta se acabar nos abdominais para eliminá-la totalmente. Da mesma forma, é utopia sonhar com 1,75m de altura quando seus pais não passam de 1,60m. Nessa distância entre a realidade e os padrões é que a semente das frustrações, complexos e sofrimentos com o próprio corpo, vai encontrar terreno para se desenvolver, podendo resultar em fortes depressões e em distúrbios alimentares, como a anorexia e a bulimia.

Para manter a forma sem perder a cabeça, exercícios, alimentação equilibrada e emagrecimento devem visar, primeiramente, a manutenção da saúde e do bem-estar físico e mental e não apenas a transformação estética. Lembre-se de que o limite de seu corpo deve ser respeitado! Afinal ele não precisa e, muitas vezes, nem pode se moldar às formas tidas como perfeitas.

Calorias que "esquentam a cabeça"

"Eu queria ser magra e alta como as modelos". A frase de Ana Cláudia Jacon, 15 anos e apenas 1,58m, retrata o quanto os adolescentes são consumidores vorazes do ideal do culto ao corpo, além de facilmente influenciáveis pela moda. Isso porque, nesta fase, estão passando por várias transformações físicas, ao mesmo tempo em que a identidade se forma. E para construí-la passam a buscar exemplo nos tipos apresentados pela mídia como bonitos, perfeitos e bem sucedidos. "A insegurança leva o jovem a procurar a aprovação do outro, e a beleza será como um cartão de visita: se tenho um corpo bonito vou me sentir seguro para me aproximar de uma outra pessoa", afirma o psicólogo Marcelo Sodelli.

Ele lembra, ainda, que nem sempre as insatisfações e reclamações comuns dessa idade são injustificadas. A questão pode ser mais complexa, pois geralmente o problema não está no nariz - que a pessoa julga feio, por exemplo - mas todas as suas angústias internas foram jogadas nele, que, na verdade funciona como um bode expiatório. O mesmo pode acontecer com o cabelo, pernas, ou qualquer parte do corpo. Nesse caso, a solução não está na mudança da aparência e sim na transformação da mentalidade.

Filho de peixe, peixinho é

Dosar com equilíbrio a intensidade da malhação e a preocupação com o corpo, além de ser benéfico para a saúde da mulher também é importante para a educação dos filhos. A mãe é o primeiro modelo para a criança, sendo a primeira a influenciá-la. "Uma paciente de 8 anos me contou que sempre sonhava com uma rata gorda, que havia tomado muito remédio e por isso tinha morrido. Na vida real, a rata era a mãe, obsecada por regimes", exemplifica Marcelo, mostrando que a pouca idade dos pequenos não impede o entendimento dos males da vaidade desmedida.

Por isso, para não passar aos filhos a herança da escravidão aos modelos de beleza, a receita é explicar-lhes que nem todas as pessoas bonitas que aparecem na TV são felizes e aceitas pelos outros, sempre procurando discutir e levantar questões. "Só assim as crianças poderão ser críticas diante das Sheilas, Xuxas ou Angélicas que aparecem na telinha", completa o psicólogo.

Por Maria Paola de Salvo
Fonte: site clickfilhos.com.br

Haloween pelo mundo... Aff que Festa de louco...

O halloween é um tipo de celebração pagã dos antigos povos celtas que viveram no território que compreende a Inglaterra, França e Alemanha. Primeiramente foi chamado de All Hallow’s Even (noite que antecede o dia de todos os santos) e posteriormente reduzido para Halloween. Os símbolos presentes nesta comemoração são:

Bruxas: são as principais simbologias desta festa. Conta as estórias que as bruxas participavam de festas realizadas pelo diabo que normalmente eram realizadas em 30 de abril e 31 de outubro. Tal crença chegou aos Estados Unidos por seus colonizadores e a partir daí se espalhou por todo o mundo tomando várias formas e estórias diferentes.

Abóboras e velas: as abóboras simbolizam fertilidade e sabedoria enquanto as velas servem para iluminar o caminho dos espíritos. Conta a lenda que a prática de cortar a abóbora e colocar uma vela acesa dentro dela surgiu da estória de Jack, homem que gostava muito de beber que se encontrou com o diabo no dia em que bebeu em demasia. Esperto, aprisionou o diabo em vários locais até o dia em que de tanto beber morreu. Sua entrada no céu foi negada e no inferno também já que humilhava o diabo em vida. A partir daí, a alma de Jack passa a perambular pelo mundo. As abóboras iluminadas então passaram a ser utilizadas por Jack para fugir da escuridão e iluminar seu caminho.

Gato Preto: é um símbolo ligado às bruxas, pois estas conseguem se transformar em gatos. Outras superstições acerca dos gatos são que estes são fontes de azar e que também são espíritos de pessoas mortas.

Travessuras ou gostosuras: é uma brincadeira existente desde o século IX. Neste período as pessoas faziam os “bolos das almas” com massa simples e cobertura de groselha para entregar às crianças que devidamente fantasiadas batiam de porta em porta para pedir os bolos. Em troca de cada pedaço de bolo, a criança se compromete a rezar pela alma de um parente de quem lhe ofereceu.

Vassoura: é um símbolo do poder feminino em limpar tudo aquilo que traz conseqüências negativas para a vida como eletricidade e pensamentos negativos.

Morcego: por ter uma visão aguçada, simboliza a visão que ultrapassa as aparências e consegue ver o íntimo das pessoas.

Maçã: fruta associada aos deuses do amor, é utilizada na festa como símbolo de vida.

As cores mais usadas na festa de halloween também possuem significados que fazem a diferença na noite dos santos:

Laranja: cor que traz vitalidade, energia e força. Acreditam que os espíritos se aproximavam dos que estavam de laranja para lhe sugar as energias.

Preto: cor predominante dos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes do mestre das trevas.

Roxo: simboliza a magia presente em toda a comemoração de halloween.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Bullying vai muito além da brincadeira sem graça



Esse termo não tem um correspondente em português. Em inglês refere-se à atitude de um bully (valentão). Objeto de estudo pela primeira vez na Noruega, o bullying é utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica contra alguém em desvantagem de poder, sem motivação aparente e que causa dor e humilhação a quem sofre. “É uma das formas de violência que mais cresce no mundo”, afirma Cléo Fante, pedagoga pioneira no estudo do tema no país e autora de Bullying Escolar (Artmed). Segundo ela, o bullying pode acontecer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho. “Identificamos casos de bullying em escolas das redes pública e privada, rurais e urbanas e até mesmo com crianças de 3 e 4 anos, ainda no Ensino Infantil”, comenta.
Para o presidente do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Buylling Escolar, José Augusto Pedra, o fenômeno é uma epidemia psico-social e pode ter conseqüencias graves. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa. Crianças e adolescentes que sofrem humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem ter queda do rendimento escolar, somatizar o sofrimento em doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. “Se observa também uma mudança de comportamento. As vítimas ficam isoladas, se tornam agressivas e reclamam de alguma dor física justamente na hora de ir para escola”, detalha José Pedra.
Até as testemunhas sofrem ao conviver diariamente com o problema, mas tendem a omitir os fatos por medo ou insegurança. Geralmente, elas não denunciam e se acostumam com a prática – acabam encarando como natural dentro do ambiente escolar. “O espectador se fecha aos relacionamentos, se exclui porque ele acha que pode sofrer também no futuro. Se for pela internet, no cyberbullying, por exemplo, ela ‘apenas’ repassa a informação. Mas isso o torna um co-autor”, completa Cléo Fante.
O bullying, de fato, sempre existiu. O que ocorre é que, com a influência da televisão e da internet, os apelidos pejorativos foram tomando outras proporções. “O fato de ter conseqüências trágicas, como mortes e suicídios, e a falta de impunidade proporcionou a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema”, aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro “Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil”.

Como identificar vítima e agressor
Depressão, baixo auto-estima, ansiedade, abandono dos estudos – essas são algumas das características mais usuais das vítimas. De certa forma, o bullying é uma prática de exclusão social cujos principais alvos costumam ser pessoas mais retraídas, inseguras. Essas características acabam fazendo com que elas não peçam ajuda e, em geral, elas se sentem desamparadas e encontram dificuldades de aceitação. “São presas fáceis, submissas e vulneráveis aos valentões da escola”, explica Cleo Fante, especialista no assunto.
Além dos traços psicológicos, as vítimas desse tipo de agressão apresentam particularidades, como problemas com obesidade, estatura, deficiência física. As agressões podem ainda abordar aspectos culturais, étnicos e religiosos. “Também pode acontecer com um novato ou com uma menina bonita, que acaba sendo perseguida pelas colegas”, exemplifica Guilherme Schelb.
Os agressores são geralmente os líderes da turma, os mais populares – aqueles que gostam de colocar apelidos nos mais frágeis. Assim como a vítima, ele também precisa de ajuda psicológica. "No futuro, este adulto pode ter um comportamento de assediador moral no trabalho e, pior, utilizar da violência e adotar atitudes delinqüentes ou criminosas", detalha LélioCalhau.

Fonte:Revista Escola

Duas horas de TV causariam falta de concentração.


As crianças que assistem a mais de duas horas de televisão por dia enquanto cursam a escola primária têm mais dificuldades de concentração ao chegar ao ensino secundário do que aquelas que assistem pouco televisão.

É isso que demonstra o primeiro grande estudo que analisou os efeitos de longo prazo do abuso de televisão na infância sobre a capacidade de atenção.

“O nosso estudo sugere que os pais deveriam tomar medidas para limitar o número de horas que os seus filhos passam diante da televisão”, declarou Bob Hancox, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, o director do estudo.

De acordo com os resultados, publicados pela revista médica Pediatrics, as crianças que vêem menos de duas horas diárias de TV na infância não ampliam o risco de sofrer distúrbios de atenção na adolescência. Mas, a partir da terceira hora, o risco amplia-se em 44% para cada hora adicional que elas passem diante da TV ao dia. “Os efeitos foram especialmente perceptíveis em crianças que assistiam a mais de três horas diárias de TV”, enfatiza Hancox.

Na Espanha, as crianças de seis a sete anos vêem uma média de duas horas de TV por dia, mas cerca de 36% delas assistem a mais de quatro horas diárias, de acordo com estudo apresentado no ano passado pela Associação Espanhola de Pediatria.

O estudo da Universidade de Otago baseou-se em 1.037 crianças examinadas a cada dois anos dos cinco aos 15 anos, como parte de uma ambiciosa pesquisa sobre o desenvolvimento e saúde infantis. Entre outras perguntas, os pais e as crianças foram convidados a informar quanto tempo dedicavam à TV a cada dia.

Para avaliar se sofriam de qualquer deficiência de atenção, as crianças, os seus pais e professores tiveram de responder se conseguiam se manter atentas por apenas um período curto, se a sua capacidade de concentração era baixa ou se terminavam por se distrair facilmente. Entre as perguntas feitas, por exemplo, estava “quando alguém fala com você, é difícil prestar atenção?”, “você frequentemente começa a fazer as suas lições mas não as termina?”, “é difícil fazer lição se há ruídos, ou algum tipo de actividade no mesmo quarto?”.

Estudos anteriores haviam detectado que o abuso de televisão na infância gerava problemas de deficiência de atenção para as crianças na escola primária. Mas não havia um estudo de grande porte que analisasse se esses problemas perdurariam na adolescência, até agora. “Os nossos resultados indicam que os efeitos da televisão sobre a capacidade de atenção são duradouros”, diz Hancox. Esses efeitos de longo prazo foram confirmados em jovens que reduziram as suas horas de televisão ao chegar ao ensino secundário, mas mantiveram os problemas causados pelo abuso de televisão na infância.

Os pesquisadores alertam contra o costume de algumas famílias de manter as TVs ligadas para deixar as crianças tranquilas, por exemplo, durante o café da manhã. “Aconselharia a esses pais que reduzam as horas de TV”, declarou Hancox. “Afinal, as crianças conseguiram achar formas de se entreter por milhares de anos antes que a televisão fosse inventada”.

O estudo não analisou os efeitos dos videojogos e computadores sobre o comportamento das crianças e adolescentes porque a colecta de dados foi iniciada antes que essas novas formas de entretenimento atingissem o auge. Mas os pesquisadores consideram que os seus efeitos possam ser semelhantes aos da TV, o que aponta que o limite de horas diário deve ser aplicado a todas as formas de entretenimento audiovisual, somadas. Assim, se uma criança dedica uma hora a um videojogo, não é aconselhável que assista TV por mais de uma hora diária.

Os dados do estudo não esclarecem de que maneira o excesso de TV afecta a capacidade de atenção, mas os pesquisadores apontam para diversas hipóteses. A que apresentam como mais provável é que as imagens televisivas, com os seus estímulos constantes, podem fazer com que a vida real pareça monótona, em comparação, de modo que as crianças tendem a se aborrecer com actividades de ritmo mais lento, como assistir a aulas ou fazer os trabalhos de casa. Outra possível explicação é que o cérebro infantil, ainda em formação, se desenvolva de maneira inadequada caso seja estimulado em excesso pela rápida sucessão de imagens dos programas de TV.

Depois de revisar os resultados dos estudos científicos que alertam sobre os efeitos adversos do uso excessivo de televisão sobre a saúde das crianças e adolescentes, a Associação Norte-Americana de Pediatria aprovou as seguintes recomendações aos pais:

Limite de duas horas: o tempo que as crianças dedicam a entretenimento audiovisual, incluindo computadores e jogos de vídeo, além da TV, não deve exceder “uma ou duas horas ao dia”, ainda que se trate de programação de qualidade.

Sem TV no quarto: pediatras recomendam “eliminar os aparelhos de TV dos quartos das crianças”.

Nada de TV para menores de dois anos: convém “evitar que crianças com menos de dois anos assistam a TV e estimular actividades mais interactivas que promovam desenvolvimento cerebral adequado, como falar, cantar, brincar ou ler”.

Fiscalizar os programas: os pais deveriam “fiscalizar os problemas assistidos pelas crianças e adolescentes” e estimular a escolha de programas educativos e de boa qualidade que não favoreçam o conteúdo violento.

Assistir a TV em família: assistir a programas com as crianças é melhor para a educação delas do que deixá-las sozinhas diante da TV.

Comentar o conteúdo: pediatras recomendam aproveitar o conteúdo da TV como ponto de partida para falar de valores de família, comportamento violento, sexualidade e drogas.

Procurar alternativas: os pais estão na melhor situação para estimular entretenimentos alternativos, como, entre outros, ler, realizar actividades físicas, pintar ou praticar jogos criativos.

Fonte:DA online

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Um mito na gravidez: A gravidez dura apenas 9 meses.





Embora, em termos físicos,a gravidez dure nove meses, para os psicanalistas, ela começa na infância, nas brincadeiras de casinha, na identificação que estabelecemos com a nossa mãe. Tudo isso volta com força na gestação de verdade, no momento em que revemos nossa relação com a figura materna. "Afetos e lembranças inconscientes afloram", diz a psicanalista Regina Orth de Aragão, mãe de Aurélio e Emanuel.

Segundo Regina, existe o conceito de gravidez psíquica: a mãe precisa de um tempo maior do que apenas nove meses para se separar do bebê. Quando o filho nasce, a gente pira mesmo, regride, no bom sentido do termo, para poder se identificar com ele, ficar atenta a suas mínimas manifestações. Por isso, quando ele dá um gemido no quarto, a gente percebe e vai correndo olhar. O psicanalista britânico Donald Winnicott (1896-1971) chama esse estado de preocupação materna primária.

Essa espécie de prolongameno da gravidez vai até os cinco, seis meses. "Se perguntarmos ao marido sobre como a mulher estava nesta fase, ele se lembra dela pirada", diz. À medida que o bebê vai se percebendo como um ser separado da mãe, ela volta ao normal. Já, para o norte-americano Daniel Stern, esse período se estende até o fim do primeiro o segundo ano.

Uma outra corrente acredita que, num estágio da evolução, a gravidez foi encurtada de 12 meses para nove. Isso teria ocorrido porque o cérebro se desenvolveu demais, e a cabeça do bebê não passaria pela vagina se ela durasse um ano. Com esse nascimento prematuro, os bebês apresentam as temidas cólicas: choro inconsolável que se encerra quando a criança completa 3 meses de vida (ou 12 de "gravidez").

Para acalmá-las seria preciso reproduzir as condições do útero. Certos povoados de Bali e tribos do Himalaia são "sociedades sem cólica" porque as mulheres carregam os filhos quase 24 horas por dia, embalando-os numa repetição intra-uterina. Então, some no mínimo três meses à sua conta de nove.

Fonte:www.babysite.com.br

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

30 Semanas...Falta pouco Vivi...

Nossa pequena princesa pesa em torno de 1500 gramas agora. Mede cerca de 39 cm da cabeça aos pés. A superfície do cérebro fetal apresenta um aspecto enrugado com circunvoluções do tecido nervoso. Essas circunvoluções fornecem mais área e maximizam a disposição das células cerebrais. Respiração rítmica e a temperatura corpórea são agora controladas pelo cérebro. Aquele lanugo inicial está desaparecendo, exceto nas costas e ombros. As pálpebras se abrem e fecham e as unhas dos pés estão crescendo. O cabelo já está presente. Agora a medula óssea já é responsável pela produção de sangue (tarefa que era realizada pelo fígado e baço anteriormente). A pele torna-se mais lisa e plana à medida que os depósitos gordurosos acumulam-se sob ela. O tecido gorduroso começa a formar "ilhas" de gordura e passa a ser uma fonte de energia.

Bubbly...Collbie Caillat


"Animado"

Eu estou acordada há algum tempo agora
Você fez com que eu me sentisse como uma criança
agora
Porque toda vez que eu vejo seu rosto animado
Eu sinto um arrepio num lugar bobo

Começa na ponta dos meus pés
Me faz enrugar o nariz
Para onde for, eu sempre sei
Que você me faz sorrir
Por favor, fique por um instante agora
Não tenha pressa
Em qualquer lugar que você vá

A chuva está caindo no vidro da minha janela
Mas nós estamos nos escondendo em um lugar seguro
Debaixo das cobertas, ficando secos e quentes
Você me dá sentimentos que eu adoro

O que eu vou dizer
Quando você faz com que eu me sinta desse jeito?
Eu apenas.........

Já faz um tempo que eu adormeci
Você me cobriu como uma criança agora
Porque toda vez que você me segura em seus braços
Eu fico confortável o bastante para sentir o seu
calor

Começa na minha alma
E eu perco todo o controle
Quando você beija o meu nariz
O sentimento aparece
Porque você me faz sorrir
Baby, não se apresse
Enquanto você me abraça forte

Em qualquer lugar, em qualquer lugar, em qualquer
lugar que você vá...
Em qualquer lugar, em qualquer lugar, em qualquer
lugar que você vá...

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

:::O Evangelho segundo Hollywood:::

Filmes como Senhor dos Anéis e As crônicas de Nárnia são usados para catequizar os jovens.





Foi-se o tempo em que um encontro de catequese se resumia a uma aula baseada na Bíblia e em livros didáticos. Para atrair a atenção dos jovens, acostumados com o dinamismo das novas mídias, vale até usar o bruxinho Harry Potter - protagonista da série exibida nas aulas. Outros filmes, como Senhor dos Anéis e A bússola de ouro, já condenados por católicos e protestantes pelo conteúdo "ocultista", entram no discurso religioso como aliados no processo de aprendizado da chamada moral cristã. "Esses filmes serão vistos de qualquer forma fora da Igreja. É melhor que nós façamos os contrapontos", defende o padre Luiz Alves de Lima, assessor da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O sobrenatural é contrário aos princípios da Igreja, mas, em vez de criticar as obras cinematográficas que o retratam, os catequistas utilizam esses filmes para expor as contradições humanas e ilustrar os ensinamentos bíblicos. "Funciona bem melhor do que atiçar a curiosidade dos jovens com a proibição", acredita o teólogo e escritor paulista Sérgio Fernandes. O padre Paulo Dalla Dea, teólogo e pároco da Diocese de São Carlos, no interior de São Paulo, encontrou em filmes como Homem- Aranha 3 uma oportunidade para falar de ética. Já na trilogia Senhor dos Anéis percebeu uma referência à retirada dos hebreus do Egito por Moisés, numa cena de perseguição em que as águas eliminam cavaleiros do mal. Em As crônicas de Nárnia: o leão, a feiticeira e o guarda-roupa, o leão Aslan é a metáfora perfeita de Jesus Cristo, com direito a sacrifício e ressurreição no final. "Em vez de partir da Bíblia para o cotidiano, faço o contrário. Proponho filmes que eles já assistiram para falar de aspectos que talvez não tenham percebido", diz o padre.
Para a coordenadora do grupo jovem da Igreja do Sagrado Coração de Jesus do Méier, no Rio de Janeiro, Érica de Holanda, obras que permitem explorar a ética religiosa ajudam a ilustrar a teoria das aulas. "A identificação com os dilemas expostos na tela gera bons questionamentos", diz ela, que já promoveu debates a partir de obras como Corrente do bem, Todo-poderoso e Paixão de Cristo. Além do cinema, letras de músicas e internet também são utilizados na catequese. Os métodos são aprovados pelos jovens, como a estudante Marina Cid, 15 anos. "Os encontros se tornaram menos cansativos", diz ela. Na opinião do professor de matemática e catequista Fábio Lagoeiro, de São Carlos, a mudança traz benefícios percebidos no dia-a-dia. "A participação dos alunos melhorou muito, assim como o espírito crítico", afirma.
O padre Paulo Ricardo, reitor do seminário de Cuiabá, em Mato Grosso, e membro do Conselho Internacional de Catequese, é um dos religiosos antenados com os novos tempos. Tem um site pessoal na internet e conta com vídeos no You- Tube gravados para o canal de tevê a cabo católico Canção Nova para aulas em que analisa os dilemas existenciais dos personagens de Senhor dos Anéis. "Há um conteúdo rico sobre a vitória do bem contra o mal que pode ser explorado", diz, ressaltando que o mito, a literatura e a fantasia fazem parte do processo de assimilação do evangelho. Na opinião dele, os representantes mais conservadores da Igreja fazem críticas superficiais à utilização de filmes na evangelização.
Embora bem-sucedida, a inclusão de recursos da mídia na catequese ainda é iniciativa isolada. "O processo de adaptação às novas linguagens está sendo lento", admite o padre Luiz Alves de Lima, da CNBB. Mas pode ser uma trilha a ser seguida no futuro, sobretudo uma forma de aproximar o jovem do catolicismo: "A Igreja que não se moderniza morre. É preciso manter os princípios, mas perceber que o mundo muda", diz Israel Néri, presidente da Sociedade de Catequetas Latino-Americanos.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

:::Muito prazer:::



Distúrbio que faz algumas mulheres terem orgasmos constantes sem estímulo sexual desafia os cientistas.


Em uma enquete do site Poll Boutique, 30% acham que a britânica Sarah Carmen é sortuda, enquanto 70% dizem que ela é azarada. A situação: Sarah tem cerca de 200 orgasmos por dia. Não que a vida dela seja muito excitante. Segundo a moça de 24 anos, basta o motorzinho de um secador de cabelos ou o trepidar de trem passando para que ela chegue ao clímax. Achou graça? Pois Sarah sofre do distúrbio de excitação sexual persistente (desp), uma doença rara que atinge mulheres no mundo todo e que agora começa a ser entendida pelos cientistas.

A explicação mais aceita pelos médicos é que a desordem seja provocada por inflamações e infecções na região pélvica, que hiperestimulam os nervos do clitóris. Alguns psiquiatras acreditam que a síndrome seja sintoma de crise emocional. O fato é que as mulheres com esse problema não "relaxam e gozam". Pelo contrário, enfrentam muitas dificuldades no dia-a-dia. "Gostaria de ter uma vida normal", disse Sarah ao tablóide inglês "News of the World "- que, claro, fez um carnaval com o drama da menina.

O desp foi documentado pela primeira vez em 2001, pela terapeuta sexual Sandra Leiblum, e só recentemente foi caracterizado como uma patologia na literatura médica. Ela não está relacionada com hipersexualidade (ninfomania) e na verdade causa desconforto e vergonha - justamente por isso, a sua ocorrência pode ser maior do que o registrado. "O desp pode trazer conseqüências sexuais negativas, e suas portadoras podem até enfrentar depressão", escreveu Leiblum em um artigo na revista "Contemporary Sexuality". "É uma manifestação intrusiva, indesejável, espontânea, na ausência de estímulo ou de desejo. É uma reação genital, não sexual. Pode durar dias, horas, semanas", diz Carmita Abdo, psiquiatra e coordenadora do Projeto Sexualidade da USP, onde é professora. Para Carmita, o distúrbio "deve acontecer desde que as mulheres existem, mas, por motivos culturais, não era registrado".

Leiblum atualmente lidera um estudo que faz exames de ressonância magnética no cérebro de mulheres que enfrentam a síndrome, na esperança de que a causa esteja no sistema nervoso central. Há outro especialista, Randall Craig, que defende o uso de oxitocina (o hormônio que promove as contrações uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação) para aliviar os efeitos do distúrbio.

Outro fator fundamental é a compreensão do parceiro. "Eu namorei um cara que era muito egocêntrico, inclusive na cama", contou Sarah ao tablóide inglês. "Assim que ele se deu conta de que eu poderia chegar ao clímax sem que ele precisasse nem sequer me tocar, ele não fazia nada para me satisfazer. Eu simplesmente achei isso rude e sem consideração. Não ficamos muito tempo juntos." Realmente, Sarah não é uma mulher de sorte.

Emiliano Urbim
Fonte: Revista Galileu.

Pais x filhos a autoridade em crise...Parte I.




A autoridade parental é indispensável para a construção do caráter e da personalidade dos filhos. Crianças criadas sem consciência de limites se tornam adultos frustrados e infelizes. Muitos pais, porém, têm medo de desempenhar seu papel de educador, confundindo autoridade com autoritarismo


"TENHO MEDO DE SUFOCAR SUA PERSONALIDADE OU SUA CRIATIVIDADE"

Autoridade e autoritarismo são coisas muito diferentes. Ambas as palavras têm o mesmo radical: autor. Mas, enquanto a primeira pode ser entendida como o poder de impor limites necessários para a convivência em sociedade, a segunda indica um exacerbamento desse poder, realizado pela simples imposição de uma idéia sem possibilidade de contraposição.

É exatamente por confundir e misturar os significados de autoridade e de autoritarismo que tantos pais, hoje, têm medo de exercer qualquer forma de poder sobre seus filhos - seja ele justo e necessário à boa educação da criança ou um poder ilícito e prepotente, ditado apenas pelo desejo arrogante de se impor a qualquer custo.

Em qualquer tipo de relação humana, o autoritarismo é sempre estúpido e nefasto. Mas, em relações do tipo professor/aluno e, sobretudo, nas relações entre pais e filhos, a autoridade é indispensável para a construção sadia da criança.

A autoridade enfrenta séria crise na sociedade contemporânea. Levadas ao exagero, sentenças do tipo "é proibido proibir", que se transformaram em palavras de ordem nos anos hippies das décadas de 1960 e 1970, fizeram muito mais estragos do que se poderia supor naqueles momentos de farra libertária. Plantaram nas mentes e nos corações a convicção falsa e perigosa de que, na vida, tudo são direitos e nada é dever. Boa parte dos pais de hoje (eles mesmos mal-educados) simplesmente não sabe o que fazer para controlar a rebeldia dos filhos, perdendose no interior de situações esdrúxulas nas quais quem deveria ser comandado comanda, e quem deveria mandar comete um desmando atrás do outro. Ou vocês, caros leitores, acreditam que o sucesso de séries televisivas tipo Supernanny se deve a um simples modismo?

A crise da autoridade parental é real e se reflete em projeções danosas em todos os demais aspectos da sociedade. No Brasil, basta prestar atenção ao que acontece atualmente em todas as esferas do poder governamental, seja ele executivo, legislativo ou judiciário. Há total confusão entre autoridade e autoritarismo, gerando situações de descalabro caótico, de sambas do crioulo doido nos quais o grampo e a espionagem campeiam soltos e ninguém leva a legalidade realmente a sério. O problema é exemplar e vem do berço. Quem não aprendeu desde cedo a ter consciência de limites tenderá a viver e a manifestar até o fim a sua patologia de descomedimentos.

Voltemos ao tema: a crise da autoridade parental. Quem, ao visitar algum casal amigo com criança pequena e preferir, às 10 horas da noite, dizer "tchau" e ir embora - já que a conversa era impossível com aquele pirralho que não parava de gritar -, não ouviu desculpas do tipo: "Ele não quer ir dormir", "é um inferno toda vez que chega a hora de fazer os deveres da escola", "ele faz tudo o que lhe dá na cabeça"...

Nos consultórios, os psicólogos especializados em problemas de família ouvem esses mesmos desabafos todos os dias. Qual é a causa dessa grande desordem familiar? A ausência da autoridade, dizem os especialistas. Esses pais, que pensam cuidar bem de seus filhos e procuram ser o mais zelosos e atentos possível, não impõem aquilo que deveriam impor. Seja porque rejeitam, "por princípio", toda posição de autoridade, seja porque, embora querendo manifestar sua autoridade, não conseguem mantê-la por mais de alguns instantes.

Sabemos todos, no entanto (e os educadores que trabalham em comunidades periféricas carentes melhor que ninguém), que é a falta de educação e, portanto, de autoridade - familiar, escolar ou social - que fabrica a delinqüência. Educar uma criança significa ensiná-la a se tornar um ser civilizado. Isso pressupõe, no que diz respeito aos pais, firmeza, constância e, sobretudo, a convicção de que essa autoridade é legítima porque sem ela não é possível uma construção correta da criança.

Para que isso realmente aconteça, é preciso, em primeiro lugar, que os pais superem as suas próprias resistências internas, às vezes muito sólidas, que se opõem a esse exercício. Para a moderna psicologia, são os medos dos pais que os impedem de se posicionar de modo correto. Claude Halmos, importante psicanalista francesa, explica quais são esses medos e como se livrar deles em seu livro L'Autorité expliquée aux parents (A autoridade explicada aos pais), lançado há pouco na França pela Editora Nil.

"TENHO MEDO QUE MEU FILHO DEIXE DE ME AMAR.

" Para Claude, esse é o medo que vem em primeiro lugar. O medo de ser rejeitado leva o genitor a dizer sempre "sim" e a proibir o menos possível. Esse medo, no entanto, parte de uma idéia falsa, segundo a qual uma criança seria feliz "sem limites". Ora, uma criança deixada entregue a suas próprias pulsões e seus desejos não poderá ser feliz. Ela estará limitada, incapacitada para a vida social, a escola, pois não saberá respeitar as regras que possibilitam a convivência. Estará despreparada para a vida a dois, pois esperará que seus companheiros lhe permitam tudo, como faziam seus pais.

A criança "sem limites" vive constantemente angustiada, pois não encontra nenhuma barreira que a proteja de si mesma e do mundo exterior.

Toda criança começa por recusar os limites, mas essa recusa esconde, na verdade, uma procura deles, pois ela sabe que são necessários. Por isso, a autoridade é uma prova de amor, e não de desamor. Podemos dizerlhe: "Se eu não o amasse, não me importaria com aquilo que você vai se tornar e o deixaria fazer tudo o que lhe desse na telha."

Por Luis Pellegrini...
Fonte:Revista Planeta

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Após perder o bebê, Ivete Sangalo descansa em Salvador





A cantora Ivete Sangalo deve voltar às ''atividades normais'' no fim da semana, informou hoje sua assessoria de imprensa. Ivete, de 36 anos, sofreu um aborto espontâneo ontem, na sexta semana de gestação de seu filho com o estudante baiano Daniel Cady, de 23. Ela descansa em sua casa - uma cobertura de um prédio de luxo no bairro do Campo Grande, em Salvador -, acompanhada dos irmãos e sobrinhos. Segundo seu médico, Luiz Machado, o mesmo que cuida da gravidez da cantora Cláudia Leitte, o problema com a gestação de Ivete foi natural. "Ela tomou todos os cuidados necessários. Qualquer mulher pode passar por isso, em especial no início da gravidez."
Ela estava em sua casa, em Salvador, nesta segunda-feira, 20, quando teve um sangramento muito forte. O médico foi até lá examiná-la e constatou que a cantora havia tido um aborto espontâneo.
A gravidez estava no início e por algum motivo não evoluiu.

:::Combatendo a Dor Espiritual:::


Ajudando as Mulheres Depois do Aborto Buffalo, NY -- Debbie Bastian era uma estudante universitária de 20 anos de idade quando ela decidiu "terminar uma gravidez não desejada" através de um aborto. Isto aconteceu a 18 anos atrás. A decisão apressada atormentou-a por um longo tempo, estendendo-se para os primeiros anos de seu casamento. "Por dois anos, eu tive pesadelos duas vezes por semana em que um bebê ensangüentado e pelado vinha bater na janela chorando, "mamãe, mamãe'," ela conta, descrevendo os seus primeiros anos como esposa. Ela finalmente encontrou paz sete anos depois do aborto através de um grupo religioso de apoio pós-aborto.
Vicki Thorn, uma autoridade no que se refere ao que acontece com as mulheres depois que elas fazem um aborto, diz que o trauma emocional e espiritual que Bastian experimentou é um caso típico daquilo que mulheres incontáveis, e alguns homens, passam depois de um aborto. Muitas experimentam depressão, sentimento de culpa, vergonha e isolamento, diz Thorn. Elas encontram dificuldade em se concentrar, elas têm pesadelos, elas pensam que ouvem um bebê chorando, elas pensam sobre suicídio, ou elas abusam do álcool e das drogas.
Algumas pessoas que apóiam o aborto concordam com Thorn de que as mulheres que fazem aborto podem estar sujeitas a vários graus de conseqüências emocionais por diferentes períodos de tempo. "Eu acho que as mulheres lidam com as conseqüências desta decisão o resto de suas vidas. Eu acho que afeta tudo o que elas fazem," disse o Rev. Charles D. Bang, pastor superior da Igreja Luterana de Buffalo Holy Trinity. A denominação deBang, Igreja Evangélica Luterana, apóia o aborto, mas só como "última saída" e nunca como um meio de anticoncepção.

Compreensão, perdão e paz
Para mulheres que se sentem traumatizadas pelo aborto, Thorn oferece compreensão, perdão e paz espiritual através de um ministério chamado Project Rachel. "Nós temos toda uma geração de pessoas que foram tocadas pelo aborto", disse Thorn, que recentemente liderou um seminário sobre reconciliação para mulheres Católicas no Seminário Christ the King em East Aurora. Mãe de seis crianças, Thorn fundou o ProjectRachel, um ministério para mulheres e homens tocados pelo aborto, em 1984,enquanto servia como diretora do Escritório Respect Life na Diocese de Milwaukee. Desde então, o Projeto se espalhou para 145 dioceses.
Liz Danner, uma Católica de South Buffalo, é grata pelo fato de que o Project Rachel funciona na Diocese de Buffalo. Durante anos depois de ter feito um aborto, diz, ela se "desfazia em pedaços" quando via uma mulher com um bebê, e acrescentou que sentimentos muito fortes de vergonha e culpa fizeram com que ela evitasse ir a chá de bebês. Todo ano no dia 13 de Julho, o aniversário de seu aborto, ela ficava "um bagaço". Ir a Missa, antes uma prática constante, estava fora de questão,disse ela. Danner diz que levou seis anos de aconselhamento com um padre do Project Rachel para ela admitir a si mesma e a ele que o aborto, que parecia correto naquele tempo, foi um erro.
Não é surpresa, disse Thorn, que o número de mulheres que sofrem de trauma pós-aborto seja enorme, porque quase 40 milhões de abortos foram feitos nos Estados Unidos desde 1973, quando a Corte Suprema legalizou o aborto ilimitado. Thorn descreve a primeira gravidez como uma "passagem que muda a identidade de mulher para mãe para o resto de sua vida" independente do fato dela dar a luz ou não. É por isto, ela acredita, que seu escritório recebe ligações "de mulheres nos seus 90 anos que ainda sofrem por causa dos bebês que elas abortaram 50 anos atrás."
Bastian, que agora é casada e tem três filhos, diz que Thorn está contando como realmente é. Uma ex-cantora cristã por profissão que escreveu uma música sobre sua experiência com o aborto, Bastian, que não é católica, disse que durante um período de sua vida ela estava convencida que Deus ia puni-la sem misericórdia, talvez evitando que ela pudesse ter outros filhos. Ela acreditava que ela tinha cometido um ato imperdoável porque o bebê que ela abortou foi concebido na Sexta-Feira Santa,o dia que Jesus morreu na cruz para pagar o preço pelos pecados da humanidade. Pressão social
Monsenhor J. Patrick Keleher, um padredo Project Rachel, disse que todas as mulheres que o procuram estão desesperadas por perdão. "Elas precisam se sentir completas novamente -sentir-se humanas novamente. É difícil para elas olhar para um bebê ou pensarem ter um bebê", disse ele. Keleher descobriu que muitas mulheres se sentem pressionadas pela sociedade para fazer um aborto porque "Você não é casada,você é menor de idade, você precisa terminar os estudos".
Nenhum destes casos se aplicou a Danner. Ela tinha 36 anos de idade, estava casada a 16 anos e tinha dois filhos. Apesar disso, ela disse que se sentiu pressionada porque ela e o marido tinham acabado de comprar uma casa. Ela acrescentou que o marido não "estava muito entusiasmado" com a gravidez, e que outros membros da família perguntaram porque ela iria querer um outro filho. "Eu fui guiada a fazer um aborto. Eu decidi por mim mesma, com o apoio de meu marido, que o aborto era a coisa certa a se fazer", disse ela.
O Rev. William J. Quinlivan, outro padredo Project Rachel, oferece uma perspectiva diferente. "Foi a graça de Deus que lhe deu coragem de pegar o telefone e marcar uma hora comigo," ele diz às mulheres que ligam para ele. "Eu falo a elas sobre a misericórdia de Jesus",disse ele. Algumas das mulheres que procuram sua ajuda achavam que elas tinham lidado com as conseqüências do aborto mas perceberam que "a questão continua avir à tona até que elas a trouxeram para Deus," disse Quinlivan. "A gravidade do pecado é uma preocupação. Existe uma percepção de que alguns pecados são imperdoáveis. Eu lhes recordo que Jesus morreu e nos salvou do pecado mais grave", disse ele. Três questões
Thorn, a fundadora do Project Rachel,diz que as mulheres que estão enfrentando dificuldades após um aborto precisam resolver três questões: O meu filho pode me perdoar? Deus pode me perdoar? Eu posso me perdoar?
Embora o aborto seja um procedimento que afeta diretamente as mulheres, Thorn disse que ela acredita que muitos homens podem ser afetados emocionalmente e espiritualmente. Dependendo do grau de seu envolvimento no aborto, o pai pode experimentar raiva, dor e tristeza, impotência, abuso de álcool e drogas, comportamentos de risco, e outras emoções e comportamentos não saudáveis. "Não existe uma semana que passe naqual eles não recebem a ligação de um homem", disse Thorn.
Thorn, que agora comanda a National Office of Post-Abortion Reconciliation and Healing, um ministério sem denominação religiosa, disse que 18.000 mulheres ligaram para o seu escritório nos últimos 5 anos.

Autor: Provida Família
Fonte:http://aborto.com.br

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Lógica....Jota Quest.


Exagero de vida
Exagero de amor
Exagero de ego
Exagero da falta

Falta de vida, de amor, de valor.
Falta de graça e de grana
Falta dos irmãos.

A vida e dura é injusta
A vida e crua e assusta
A vida e jogo e é luta
A vida e fogo e é cruz

A vida passa
A vida e pouco.
A vida e sua
A vida e pouco a pouco...

Entre a vida e a morte
Onde esta a lógica?
Entre a guerra à paz?
O amor não tem lógica

Amor por tudo
Amor profundo
Um amor maior que o mundo
Amor sem paz
Amor que dói demais
Amor de mãe e pai

domingo, 19 de outubro de 2008

E Deus criou a mulher...




Houve harmonia no paraíso.
O diabo vendo isso, resolveu complicar...

Deus deu à mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressecadas.

Deus deu à mulher seios firmes e bonitos.
O diabo os fez crescer e cair.

Deus deu à mulher um corpo esbelto e provocante.
O diabo inventou a celulite, as estrias, as rugas e o culote.

Deus deu a mulher músculos perfeitos.
E o diabo os fez ficar flácidos com o tempo.

Deus deu à mulher uma voz melodiosa.
O diabo a fez falar demais.

Deus deu à mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a TPM.

Deus deu à mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.

Então Deus deu à mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.

Só pode haver uma explicação para isso:
O diabo é G A Y!

Fonte: pava blog via: Princessblog

sábado, 18 de outubro de 2008

29 semanas...




Idade do feto: Semana 27

Tamanho do bebê: O bebê está com peso de aproximadamente 1250g e sua medida, da cabeça ao bumbum é de 26cm. Sua medida total é de 37cm.

Desenvolvimento do embrião: O bebê abre os olhos, vira a cabeça e pode até seguir com os olhos o movimento de uma luz forte. O corpinho continua acumulando gordura e ele está ficando à cada dia que passa mais fortinho e mais bonitinho. Suas unhas também já estão presentes.Seus outros sentidos vão sendo descoberto e testados pouco a pouco: o tato, quando ele bate nas paredes uterinas ou consegue agarrar o cordão umbilical; o gosto, quando deglute o líquido amniótico ou chupa o dedo; a audição quando a mãe conversa com ele ou há música no ambiente.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

:::Gestação a Dois:::



Que imagem, cara! Eu e minha esposa estamos aguardando nossa primeira filha, a Vitória, e essa imagem expressa muito bem o que acho sobre a presença do pai no periodo da gestação de uma preciosidade que é uma vida, uma criança.
É necessário e prazeroso estar presente, ser pai desde já!

A gestação não é só da mãe, mas também do bebê(se é que me entende) e ainda do pai!

Outra coisa que me chamou muito a atenção é como o bebê aparece bem amparado pelas mãos da mãe e do pai. Tudo acontecendo e envolvendo a família.

A imagem, ou sei lá, a pintura, não se torna tão linda, somente, por sua qualidade técnica, mas pelo seu conceito.

Daniel Babugem(Meu esposo lindo)
Via:Fadário

Homem Que Era Mulher Anuncia Estar Grávido...Parece piada...



O transexual americano Thomas Beatie anunciou estar grávido de uma menina e deve dar à luz em julho deste ano, apesar da oposição da classe médica, de parentes e amigos.

Em depoimento prestado à revista dirigida a homossexuais The Advocate, Beatie, que nasceu mulher, mas trocou de sexo há oito anos, conta que sua mulher de dez anos, Nancy, sofreu uma histerectomia - retirada do útero - no passado e, quando o casal decidiu iniciar uma família, coube a ele engravidar.

"Querer ter um filho biológico não é um desejo feminino ou masculino, é um desejo humano”, disse Beatie, acrescentando que, quando o casal decidiu ter um filho, ele parou de tomar suas doses regulares de testosterona e voltou a ovular naturalmente, não sendo necessário o uso de nenhuma droga para aumentar a fertilidade.

"“Eu sou um transexual, legalmente um homem, e legalmente casado com Nancy", diz ele na revista. Conto com todos os direitos federais de um casamento”.

Quando trocou de sexo, Beatie se submeteu a uma mastectomia - teve seus seios retirados - e iniciou uma terapia com hormônios masculinos.

"Mas mantive meus direitos reprodutivos", diz ele.

Rejeição

Beatie conta que o casal enfrentou rejeição e chegou a ser recusado por médicos, quando foi procurar inseminação artificial.

“O primeiro médico que procuramos era um endocrinologista especializado em reprodução. Ele ficou chocado com a situação e pediu que eu raspasse os pelos faciais. Depois de uma consulta de US$ 300 ele, relutantemente, fez meus exames médicos”, diz ele.

O médico ainda ordenou que o casal fosse examinado pelos psiquiatras da clínica para avaliar se eles tinham “condições psicológicas” de ter um filho.

Mas, segundo Beatie, poucos meses e alguns milhares de dólares depois, o médico suspendeu o tratamento afirmando que ele e seus funcionários se sentiam desconfortáveis por tratar alguém como ele.

“Médicos nos discriminaram, nos mandado embora por causa de crenças religiosas. Profissionais de saúde se recusaram a me chamar por um pronome masculino ou reconhecer Nancy como minha esposa. Recepcionistas riram da gente”, afirma.

Ao todo, diz ele, nove médicos foram envolvidos no processo, até que eles conseguiram acesso a um banco de esperma. Mas tiveram que optar pela inseminação caseira.

Quando engravidou pela primeira vez, foi uma gravidez ectópica (quando o embrião se fixa fora da cavidade uterina) de trigêmeos, que fez com que ele perdesse os embriões e uma de suas trompas.

“Quando meu irmão soube disso, disse ‘é uma coisa boa isso ter acontecido. Quem sabe que tipo de monstro teria sido?’.” A família de Nancy sequer sabia que Beatie é um transexual.

Segundo Thomas, há até pouco tempo, os vizinhos na pequena comunidade de Oregon consideravam ele e Nancy um casal normal, trabalhador e apaixonado, até que eles decidiram ter o primeiro filho.

Além da comunidade médica local, poucos sabem que ele está grávido de cinco meses, mas ele afirma que está se sentindo “incrível”.

“Apesar de minha barriga estar crescendo com uma nova vida dentro de mim, estou estável e confiante sendo o homem que sou. De forma técnica, me vejo como minha própria ‘mãe de aluguel’, apesar de que minha identidade como homem é constante. Para Nancy, sou o marido dela carregando nosso filho.”


In Midiacon em 27/03/2007

Fonte:www.forum-bebes.com

terça-feira, 14 de outubro de 2008

A primeira vez

A primeira vez que meus olhos te olharam
Se encheram de lágrimas e como nunca brilharam
Tão pequenino ser com um poder imenso
O poder de fazer amar,amor puro,intenso

A primeira vez que ouví seu pequeno coração
Não conseguí conter toda minha emoção
Sabe bem o que sentí vida minha
Pois é meu corpo que com carinho te aninha

A primeira vez que ví seus desajeitados movimentos
Não contive o riso de felicidade,que belo momento
Me sentí poderosa,incrível,mágica,enfim
Me sentí tudo isso e muito mais por estar dentro de mim

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

28 semanas...estamos quase lá...

No começo do sétimo mês, ele já está bem parecido com o pequeno ser que você verá depois de dar à luz, apenas um pouco mais magro. É a partir de agora que o bebê começará a ganhar gordurinhas, em função da multiplicação das células adiposas.

O sistema nervoso, embora já concluído, faz os últimos ajustes: passa a transmitir as mensagens cerebrais por meio de impulsos elétricos. É com esse mecanismo que a criança estará apta a fazer as sinapses, uma complexa rede de ligação entre os neurônios, que será o motor do desenvolvimento intelectual do pequeno em seus primeiros anos de vida. Seu bebê está crescendo e se desenvolvendo a uma velocidade incrível. As sobrancelhas e os cílios agora estão presentes, e os cabelos estão mais espessos. As pálpebras se abrem e os olhos estão completamente formados. O corpo está mais roliço e rechonchudo. Pesa em torno de 1200-1300 gramas, mede cerca de 35 cm da cabeça aos pés. O tônus muscular está melhorando gradualmente. Os pulmões já são capazes de praticar a respiração.
Por esta altura, o bebé abre os olhos, que tinham permanecido fechados desde que se formaram as pálpebras, e é capaz de ver.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008




Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno
O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houveram mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade.
Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.
As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social.
Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido".
Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários.
O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."

E há quem diga que são por essas que o aborto é justificável...


Fonte:www.aborto.com.br

::Ilana Casoy - Uma grã-fina no mundo do crime::



Ela poderia ter sido dona de casa ou uma empresária de sucesso. Mas a paulistana Ilana Casoy, filha de de intelectuais de classe alta, escolheu investigar a cabeça e os motivos de um grupo particular de pessoas: assassinos em série.



Imagine um universo paralelo. Um lugar onde a vida se duplicaria a esta de forma invertida. Um lugar onde você não se casou aos 25, mas esperou para poder passar dois anos morando fora. Um lugar onde poderíamos ter feito todas as escolhas que não fizemos. Ali, a administradora de empresas Ilana Casoy, 48 anos, está, numa quarta-feira qualquer, saindo da piscina às pressas porque tem hora marcada no cabeleireiro e depois vai às compras com amigas. Enquanto isso, a Ilana deste universo está investigando um crime que aconteceu em Belém: ali, quatro crianças foram estupradas e enforcadas. Especialista em traçar o perfil psicológico de assassinos, ajudou a polícia a encontrar o cara. Mas essa não era para ter sido a sua vida.

Paulista de classe média alta, sobrinha de Boris Casoy, prima de Serginho Groismann, estudou em um dos mais tradicionais colégios da capital. Pensou fazer Medicina, mas desistiu depois que um primo a levou para 'passear' em um plantão. Então, foi fazer Administração na Faculdade Getúlio Vargas. Casou e, com 25 anos, já tinha dois filhos. Mas aí, beirando os 40, bateu a crise: 'O que vou me arrepender de não ter feito nessa vida?'. Para alguns, a resposta seria saltar de pára-quedas ou conhecer o Nepal. Para ela, era estudar a mente de criminosos. Hoje, depois de ter escrito três livros ('Serial Killer, Louco ou Cruel', 'Serial Killer Made in Brazil' e 'O Quinto Mandamento', sobre o caso Richthofen), Ilana é peça-chave na resolução de alguns crimes no Brasil, principalmente os que apresentam características de assassinatos em série. Além de acompanhar oficialmente o caso do maníaco de Guarulhos, ajuda a promotoria do caso Nardoni, participou de uma espécie de conselho que construiu a mente do psicopata Dexter, protagonista do premiado seriado de mesmo nome da Fox, e será homenageada pela amiga Gloria Perez na próxima novela das oito com um personagem que leva seu nome: a conivente mãe de um garoto rico e mimado que se comporta como marginal.

MC Por que alguém escolhe mergulhar nessa dimensão da miséria humana?
IC Acho que algumas pessoas são capazes de enfrentar o contato com essa dor e fazer alguma diferença. Nem todo mundo consegue.

MC Tem um custo?
IC Mil vezes eu paro, choro, não durmo, tiro três dias de férias. Eu estava na praia terminando o 'Louco ou Cruel' e quem disse que dava para escrever? Entrei na cabeça de um dos assassinos e não conseguia sair. Fiquei mal. Liguei para minha amiga Gloria [Perez]: 'Quando você encalacra, o que faz?'. Ela falou: 'Fecha tudo, vai para a praia, três dias de nada'.

MC Mas por que você entrou nessa?
IC Acho que sempre estive dentro. Histórias policiais, crimes não-resolvidos, sempre me intrigaram. Minha lembrança de infância sou eu na cozinha da casa da minha avó com meus pais e entrou o Boris [Casoy], meu tio, falando: 'Mataram o Kennedy'.

MC Se o assunto era tão forte em você, por que não foi fazer Direito?
IC Eu queria fazer Medicina Legal porque o legista tem condição de entender o que se passou nas últimas horas daquele corpo. Achava que poderia ajudar a resolver muitas coisas.

MC Não pensou em ser legista?
IC Quando fui fazer vestibular, um primo, que estava no 4o ano de Medicina, me disse: 'Vou te levar num plantão de verdade para você ver que não é um seriado americano, no qual todos são bonitos, tudo é bem limpo e, no fim, a história acaba bem'. Ele me levou ao Inamps, no Tucuruvi.

MC Nossa, ele castigou mesmo.
IC Passei lá 24 horas e, olha, vou te falar... Vi uma mulher com a barriga aberta, que teve complicações no parto e perdeu a capacidade de ter prazer sexual aos 20 anos. Saí atordoada.
'Eu queria fazer Medicina Legal porque o legista tem condição para entender o que se passou nas últimas horas daquele corpo'

MC E resolveu se casar...
IC [Risos] Não, na minha casa fazer faculdade não era opcional, era um caminho natural. Bom, aí decidi fazer Administração de Empresas.

MC Como foi essa guinada para o crime?
IC Trabalhei com administração até perto dos 40. Passei a fuçar pela internet arquivos da Suprema Corte americana, australiana, inglesa... De repente, tinha acesso a tudo: assassinatos do Kennedy, do outro Kennedy, de Martin Luther King... Fui arquivando as histórias e, perto dos 40, falei: 'É hora da mudança'.

MC A ampulheta virou.
IC Cheguei para o meu marido, com quem casei aos 20 anos, e falei: 'Preciso de um ano. Vou alugar uma sala, um telefone, e vou escrever um livro'. Eu já tinha um vasto material sobre serial killers e achei que aquilo organizado valeria um livro.

MC E o que fazia você acreditar que o seu livro seria publicado?
IC Nada. Só queria escrever. Mas isso exigia disciplina, né? Precisava acordar num dia de sol e ir trabalhar. Será? Quanto tempo até enjoar?

MC Seu marido achou ruim sua investida pelo mundo do crime?
IC Ele sempre curtiu ver como eu martelava meu caminho por esse mundo. Eu não conhecia nada, nem ninguém. Fui indo no muque e, uma hora, já sabia tudo o que se passava no FBI, na Scotland Yard. Mas o Brasil era um quarto escuro.

Fonte:Marie Claire

domingo, 5 de outubro de 2008

27 semanas...Vivi tá chegando...


Estamos no 7º mês de gestação e cada vez chegamos mais perto do nascimento da Vitória!

No início do sétimo mês, em torno de 27 semanas de gestação, o feto mede em média 31cm e pesa cerca de 1.000 g. Os pontapés começam a ser mais fortes à medida que o seu bebé também se torna mais forte. Deve sentir por volta de 10 pontapés num período de duas horas. Os pulmões do bebé crescem rapidamente .A criança interrompe seu trabalho para descansar, para cochilar ou para dormir profundamente. Seu ritmo de vida combinam com o da mãe. Os cientistas descobriram que o bebê, quando dorme ao mesmo tempo que a mãe, começa a sonhar em sincronia com ela, como se as ondas mentais se transmitissem de um para o outro. O que ele sonha, entretanto, jamais saberemos. Estas impressões sensoriais pré-parto formam a base de nossos sonhos durante toda vida. É uma pena (ou uma proteção?) não termos memória pré-natal. A criança possui um sentimento conjunto de corpo: percebe a diferença de estar dormindo e acordada, entre movimento e descanso, entre conforto e desconforto. Com seu ouvido bem desenvolvido, percebe os ruídos do organismo de sua mãe, os batimentos de seu coração, que a embalam, os barulhos da digestão e, dependendo da intensidade, até o som da rua, de música, além das vozes da mãe e do pai.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008




Tão engraçado como é a frase é a sua veracidade na vida do homem moderno!
Quantas vezes você sobe nas costas dos outros para usar de trampolim?
Quantas vezes você joga a culpa nas pessoas, no trabalho, na rotina, no sistema, na política para amortizar sua infelicidade?
É típico do ser humano não se sentir culpado para crescer. Sendo assim, reflita sobre onde tem jogado a culpa dos seus fracassos e onde tem compartilhado o prazer do sucesso... Nem sempre a culpa está fora de nós, como nem sempre o sucesso vem de nós!

Lindoélio Lázaro

Via:O's Lázaro's.

:::Almas Perfumadas:::


Tem gente que tem cheiro
de passarinho quando canta.
De sol quando acorda.
De flor quando ri.
Ao lado delas,
a gente se sente no balanço de uma rede
que dança gostoso numa tarde grande,
sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas,
a gente se sente comendo pipoca na praça.
Lambuzando o queixo de sorvete.
Melando os dedos com algodão doce
da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade,
mas que a gente desaprende de ver.

Tem gente que tem cheiro de colo de Deus.
De banho de mar
quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente sabe
que os anjos existem e que alguns são invisíveis.
Ao lado delas, a gente se sente
chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo.
Sonhando a maior tolice do mundo
com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas, pode ser abril,
mas parece manhã de Natal
do tempo em que a gente acordava
e encontrava o presente do Papai Noel.

Tem gente que tem cheiro das estrelas
que Deus acendeu no céu
e daquelas que conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas,
a gente não acha que o amor é possível,
a gente tem certeza.
Ao lado delas,
a gente se sente visitando um lugar feito de alegria.
Recebendo um buquê de carinhos.
Abraçando um filhote de urso panda.
Tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas,
saboreamos a delícia do toque suave
que sua presença sopra no nosso coração.

Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa.
Do brinquedo que a gente não largava.
Do acalanto que o silêncio canta.
De passeio no jardim.
Ao lado delas,
a gente percebe que a sensualidade
é um perfume que vem de dentro
e que a atração que realmente nos move
não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.
Pulsa em outro lugar.
Ao lado delas,
a gente lembra que no instante em que rimos
Deus está conosco ,
juntinho ao nosso lado.

E a gente ri grande que nem menino arteiro.

Tem gente como você que nem percebe como tem a alma perfumada!

e que esse perfume é dom de Deus.

Carlos Drummond de Andrade.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Aborto é crime até quando não dá certo

Medo, insegurança, imaturidade. Muitos são os motivos que levam milhares de jovens todos os anos a praticar o aborto. Porém, nem todas as tentativas têm sucesso, e vemos por aí afora muitos milagres da vida, crianças que sobreviveram à tentativa de assassinato mesmo antes de nascer.

Muitas mães, após dar à luz filhos perfeitos, se arrependem de um dia terem pensando em abortá-los. Uma coisa é destruir algo que não se vê; outra é matar um recém-nascido, com toda sua fragilidade e beleza. Sua carinha de joelho é única: não há bebê mais lindo do que o nosso, isso posso falar com toda a certeza.

Mas, e quando a tentativa frustrada de aborto causa o nascimento de bebês imperfeitos?

No jornal Folha de São Paulo de 29/07 há uma pesquisa que mostra que cerca de 15% das grávidas, no Brasil, utilizam métodos abortivos. Quinze por cento, três mães em cada grupo de 20!!! Entre os métodos mais utilizados está o misoprostol, que originalmente serve para tratamento de úlceras gástricas. Também há um grande uso de hormônios sexuais de alta dosagem. Tanto um quanto outro método são grandes responsáveis pelo nascimento de crianças com anomalias congênitas. O site Gravidez Segura esclarece algumas dessas anomalias: defeitos de redução de membros e Seqüência de Möebius (paralisia do sexto e sétimo nervos cranianos).

É realmente difícil a posição dessas mães que, após uma tentativa de aborto, trazem ao mundo bebês com defeitos decorrentes do ato impensado. No coração haverá uma culpa dupla: a de ter tentado praticar o aborto, e a de ter, por isso, condenado a criança a uma vida muito mais difícil, devido às limitações que a anomalia provocada pelo método abortivo produziu.

Mas o que fazer?

Em Cristo somos livres de todo o pecado, absolvidos de todo o mal, de modo que nenhuma acusação mais há para quem está em Jesus. Porém, não podemos fugir da conseqüência dos nossos atos. O ladrão da cruz foi imediatamente perdoado pelo Filho de Deus, mas não pode fugir à justiça terrena, e morreu naquela tarde de sexta-feira. Todo ato traz uma conseqüência, da qual não se pode fugir.

Só o amor e misericórdia de Deus para tirar o peso da culpa de uma mãe que vê seu filho sofrer por sua causa. Só Deus para tirar-lhe a venda dos olhos, para que então possa ver que, onde ela enxerga um ser defeituoso, há sim um Espírito vivificado, cheio da graça e do amor do Pai, e que é livre. Jesus, quando preso por vontade própria num corpo de carne, deve ter se sentido um “aleijado”, uma vez que, como Filho de Deus, Ele dispunha de total liberdade e poder. Num corpo de carne, teve fome e sede ao passar 40 dias em jejum no deserto; num corpo de carne, padeceu de todas as dores e humilhações que cada chibatada abria em sua frágil pele; porém, esse “aleijado” nos trouxe Vida, e em abundância, de modo que hoje podemos ter a certeza de que um dia estaremos reinando com Ele. Da mesma forma, cada ser que sobrevive a uma sentença de morte, seja por aborto ou não, seja com seqüelas ou não, o faz porque Deus lhe tem um propósito, embora possa parecer loucura aos nossos olhos.

O aborto é um crime, mesmo quando não dá certo. Mas muitas coisas o são, e a todas Deus perdoa, pois nos amou de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito para, em nosso lugar, padecer a sentença de morte merecida por nossos atos. E Jesus, maravilhosamente, transformou a morte em vida no terceiro dia. Da mesma forma, olhemos à nossa volta com os olhos espirituais e nos maravilhemos, pois onde antes víamos morte, com os olhos de Deus podemos ver vida, e em abundância.

Dedico esse texto ao Ricardo, vítima da talidomida não por culpa de seus pais, mas do governo que permitiu a venda desse medicamento sem que houvesse testes conclusivos sobre os riscos na gravidez. O Ricardo, assim como muitos que nasceram naquela época, tem os membros atrofiados, mas isso não impede que viaje mundo afora, estude, trabalhe, sorria e nos faça ver a graça e misericórdia de Deus todos os dias, pois Ele vivifica até aquilo que, a nossos olhos, não passa de um vale de ossos secos.

Via:SEXXXCHURCH.COM

Vovó dá à luz gêmeos e torna-se a mãe mais idosa do mundo

Apesar de seus 70 anos, Omkari Panwar, esposa de um agricultor aposentado, deu à luz um menino e uma menina, e transformou-se na mãe mais velha do mundo. A idosa, que já tem duas filhas adultas e cinco netos, teve uma menina por parto normal e um menino por cesárea.







Charan, o marido de Omkari, juntou todo o dinheiro que tinha para pagar o tratamento; vendeu suas terras, seus animais, e juntou a poupanças de toda sua vida.

- Por fim tivemos um filho varão, o tratamento custou uma fortuna, mas o nascimento de um "macho" valeu. Já posso morrer feliz", disse o papai-avô feliz.

Os gêmeos que nasceram de forma prematura são saudáveis e não inspiram cuidados médicos além dos normais.

O surpreendente do assunto é que a dona Omkari não está certa se tem ou não 70 anos. É que nunca ninguém registrou a data de seu nascimento e por isso é através dos acontecimentos político-sociais da história hindu que ela deduz sua idade.

Assim é como Omkari se converte na mãe mais idosa do mundo, cujo recorde anterior pertencia à romena Adriana Iliescu, que em 2005 deu a luz com 66 anos.

Depois de ficar sabendo do fato, dona Omkari disse:

- "Se sou a mãe mais velha do mundo ou não, não tô nem ai. Eu só quero ficar com meus bebês e cuidar deles enquanto ainda posso".






Via:http://www.mdig.com.br

Carta de um Bebê




Oi mamãe, tudo bom?

Eu estou bem, graças a Deus faz apenas alguns dias que você me concebeu em sua barriguinha.
Na verdade, não posso explicar como estou feliz em saber que você será minha mamãe, outra coisa que me enche de orgulho é ver o amor com que fui concebido.

Tudo parece indicar que eu serei a criança
mais feliz do mundo !!!!!!
Mamãe, já passou um mês desde que fui concebido,
e já começo a ver como o
meu corpinho começa a se formar, quer dizer,
não estou tão lindo como você,
mas me dê uma oportunidade !!!!!!
Estou muito feliz!!!!!!

Mas tem algo que me deixa preocupado...
Ultimamente me dei conta de que há algo na sua
cabeça que não me deixa dormir, mas tudo bem,
isso vai passar, não se desespere.
Mamãe, já passaram dois meses e meio, estou muito feliz com
minhas novas mãos e tenho vontade de usá-las para brincar...

Mamãezinha me diga o que foi?
Por que você chora tanto todas as noites??
Porque quando você e o papai se encontram,
gritam tanto um com o outro?
Vocês não me querem mais ou o que?
Vou fazer o possível para que me queiram...

Já passaram 3 meses, mamãe,
te noto muito deprimida, não entendo
o que está acontecendo, estou muito confuso.
Hoje de manhã fomos ao médico e ele marcou
uma visita amanhã.

Não entendo, eu me sinto muito bem....
por acaso você se sente mal mamãe?

Mamãe, já é dia, onde vamos?
O que está acontecendo mamãe??
Porque choras??
Não chore, não vai acontecer nada...
Mamãe, não se deite, ainda são 2 horas da tarde,
não tenho sono, quero continuar brincando
com minhas mãozinhas.

Ei !!!!!! O que esse tubinho
está fazendo na minha casinha??
É um brinquedo novo??
Olha !!!!!! Ei, porque estão sugando minha casa??
Mamãe !!!!

Espere, essa é a minha mãozinha!!!!
Moço, porque a arrancou??
Não vê que me machuca??
Mamãe, me defenda !!!!!!
Mamãe, me ajude !!!!!!!!
Não vê que ainda sou muito pequeno
para me defender sozinho??

Mãe, a minha perninha, estão arrancando.
Diga para eles pararem, juro a você que vou me comportar bem e que não vou mais te chutar.

Como é possível que um ser humano possa fazer isso comigo? Ele vai ver só quando eu for grande e forte.....
ai.....
mamãe, já não consigo mais...
ai...
mamãe, mamãe, me ajude...

Mamãe, já se passaram 17 anos desde aquele dia,
e eu daqui de cima observo como ainda te machuca
ter tomado aquela decisão.

Por favor, não chore, lembre-se
que te amo muito e que estarei aqui te esperando
com muitos abraços e beijos.
Te amo muito

Seu bebê.

Fonte:www.Aborto.com.br

quarta-feira, 1 de outubro de 2008




Ser um empreendedor é executar os sonhos, mesmo que haja riscos. É enfrentar os problemas, mesmo não tendo forças. É caminhar por lugares desconhecidos, mesmo sem bússola. É tomar atitudes que ninguém tomou. É ter consciência de que quem vence sem obstáculos triunfa sem glória. É não esperar uma herança, mas construir uma história... Quantos projetos você deixou para trás? Quantas vezes seus temores bloquearam seus sonhos? Ser um empreendedor não é esperar a felicidade acontecer, mas conquistá-la.

Augusto Cury

Fonte: http://solibc.blogspot.com/

Sabe o que é pior? É verdade.


Mulher - Onde você vai?
Homem - Vou sair um pouco.
Mulher - Vai de carro?
Homem - Sim.
Mulher - Tem gasolina?
Homem - Sim…. coloquei.
Mulher - Vai demorar?
Homem - Não… coisa de uma hora.
Mulher - Vai a algum lugar específico?
Homem - Não… só rodar por aí.
Mulher - Não prefere ir a pé?
Homem - Não… vou de carro.
Mulher - Traz um sorvete pra mim!
Homem - Trago… que sabor?
Mulher - Manga.
Homem - Ok… na volta eu passo e compro.
Mulher - Na volta?
Homem - Sim… senão derrete.
Mulher - Passa lá, compra e deixa aqui..
Homem - Não… melhor não! Na volta… é rápido!
Mulher - Ahhhhh!
Homem - Quando eu voltar eu tomo com você!
Mulher - Mas você não gosta de manga!
Homem - Eu compro outro… de outro sabor.
Mulher - Aí fica caro… traz de cupuaçu!
Homem - Eu não gosto também.
Mulher - Traz de chocolate… nós dois gostamos.
Homem - Ok! Beijo… volto logo….
Mulher - Ei!
Homem - O que?
Mulher - Chocolate não… Flocos…
Homem - Não gosto de flocos!
Mulher - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
Homem - Foi o que sugeri desde o começo!
Mulher - Você está sendo irônico?
Homem - Não tô não! Vou indo.
Mulher - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
Homem - Querida! Eu volto logo… depois.
Mulher - Depois não… quero agora!
Homem - Tá bom! (Beijo.)
Mulher - Vai com o seu ou com o meu carro?
Homem - Com o meu.
Mulher - Vai com o meu… tem cd player… o seu não!
Homem - Não vou ouvir música… vou espairecer…
Mulher - Tá precisando?
Homem - Não sei… vou ver quando sair!
Mulher - Demora não!
Homem - É rápido… (Abre a porta de casa.)
Mulher - Ei!
Homem - Que foi agora?
Mulher - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
Homem - Calma… estou tentando sair e não consigo!
Mulher - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
Homem - O que quer dizer?
Mulher - Nada… nada não!
Homem - Vem cá… acha que estou te traindo?
Mulher - Não… claro que não… mas sabe como é?
Homem - Como é o quê?
Mulher - Homens!
Homem - Generalizando ou falando de mim?
Mulher - Generalizando.
Homem - Então não é meu caso… sabe que eu não faria isso!
Mulher - Tá bom… então vai.
Homem - Vou.
Mulher - Ei!
Homem - Que foi, cacete?
Mulher - Leva o celular, estúpido!
Homem - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
Mulher - Não… caso aconteça algo, estará com celular.
Homem - Não… pode deixar…
Mulher - Olha… desculpa pela desconfiança, estou com saudade, só isso!
Homem - Ok, meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
Mulher - Eu também! Posso futricar no seu celular?
Homem - Prá quê?
Mulher - Sei lá! Joguinho!
Homem - Você quer meu celular prá jogar?
Mulher - É.
Homem - Tem certeza?
Mulher - Sim.
Homem - Liga o computador… lá tem um monte de joguinhos!
Mulher - Não sei mexer naquela lata velha!
Homem - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
Mulher - Tá..ok… então leva o celular senão eu vou futricar…
Homem - Pode mexer então… não tem nada lá mesmo…
Mulher - É?
Homem - É.
Mulher - Então onde está?
Homem - O quê?
Mulher - O que deveria estar no celular mas não está…
Homem - Como!?
Mulher - Nada! Esquece!
Homem - Tá nervosa?
Mulher - Não… tô não…
Homem - Então vou!
Mulher - Ei!
Homem - O que ééééééé, c@#$%#$&?
Mulher - Não quero mais sorvete não!
Homem - Ah é?
Mulher - É!
Homem - Então eu também não vou sair mais não!
Mulher - Ah é?
Homem - É.
Mulher - Oba! Vai ficar comigo?
Homem - Não vou não… cansei… vou dormir!
Mulher - Prefere dormir do que ficar comigo?
Homem - Não… vou dormir, só isso!
Mulher - Está nervoso?
Homem - Claro, porra!!!
Mulher - Porque você não vai dar uma volta para espairecer?…!!!

P.S:Toda mulher faz isso,ou pelo menos um pouco parecido com isso...RSSSS

O que define a hora da puberdade?


A ciência já avançou bastante para decifrar o que faz com que o corpo detone a puberdade, processo que decreta o fim da infância. O hipotálamo decide que é hora de despertar. Ele "avisa" a hipófise que ela deve começar a enviar hormônios para o resto do corpo. Esses hormônios são os responsáveis por tornar os órgãos sexuais desenvolvidos, pelo surgimento dos pêlos nas regiões pubianas e nas axilas e, nas meninas, pelo aparecimento dos seios e pela menarca - a primeira menstruação.

"Isso é o que sabemos, mas ainda desconhecemos as razões pelas quais o hipotálamo decide despertar", diz Maurício de Souza Lima, médico hebiatra (especialista no tratamento de adolescentes). Entre os motivos possíveis estão a nutrição - incluída aquela recebida no útero -, as diferenças raciais, os estímulos visuais, as condições de saúde e a genética. Alguns desses itens têm participação clara, já outros estão mais para hipóteses.

CADA VEZ MAIS CEDO
A puberdade na História

"Nutrição e puberdade estão diretamente relacionadas", diz o médico, que é autor do livro "Filhos Crescidos, Pais Enlouquecidos". Tanto que, em bolsões de pobreza, onde a nutrição é ruim, a puberdade é adiada. Quanto à alimentação da fase fetal, que é citada como um fator de adiantamento da puberdade, ainda não há estudos determinantes.

Por outro lado, as chances de os estímulos visuais - exposição ao sexo e a imagens eróticas - serem influenciadores da puberdade são grandes e o fenômeno acontece até com os animais. Nas fazendas, por exemplo, os donos colocam os bezerros perto dos bois adultos para que cheguem à idade de corte mais cedo.

A História comprova que as condições de saúde são determinantes. Antigamente, o processo acontecia bem tardiamente. Hoje, como há mais acesso aos tratamentos de saúde, vacinas e menor quantidade de doenças, houve uma antecipação na idade em que o processo começa em toda a população.

Já em relação à herança genética a coisa foi um pouco diferente. "Empiricamente, a gente sempre soube que a genética interferia. É só observar as famílias. Quando a mãe tem a primeira menstruação cedo, a filha também tende a ter logo a menarca", diz Souza Lima. E os laboratórios começam a comprovar isso. Um estudo da USP em parceria com a Universidade Harvard, nos EUA, mostrou que a herança genética está fortemente ligada à puberdade. Apesar de descobertas assim, esse campo de estudo ainda não chegou à sua adolescência.

MAIS CEDO AINDA
Os números da precocidade
>>> para cada 5 meninas há 1 menino com puberdade precoce
>>> uma em cada 10 mil meninas sofrem do distúrbio

IDADE EM QUE SE MANIFESTA
>>>
9 anos para meninos
>>> 8 anos para meninas


Fonte:Revista Galileu